Desfrutem da minha história de amor...

Sejam bem vindos! Espero que gostem, afinal de contas quem nunca viveu, está vivendo ou viverá uma história de amor?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

CALÇAMENTO JÁ!

Bom, a pedido de alguns moradores e claro da minha própria indignação, venho manifestar o nosso grande descontentamento em relação a nossa rua. Se é que podemos chamá-la de Rua mesmo. 2ª Travessa do Cajueiro, mais conhecida como Milagroso. Há muito tempo reivindicamos o calçamento da nossa rua e só o que encontramos são promessas e mais promessas, principalmente do nosso atual prefeito que durante suas duas campanhas eleitorais as quais que venceu, fez a promessa que se ganhasse, o calçamento da nossa rua seria umas das suas prioridades durante mandato. No entanto, estamos presenciando o calçamento de ruas que são mais "novas" que a nossa, e que com certeza tem uma grande influência, pois ali mora a família de um vereador, sem falar em um doutor, cuja travessa em que mora foi a primeira a ser calçada, que coisa estranha não, começar uma obra pelo meio prefeito? Muito estranho.

Na verdade não vim através desse email ressaltar as ruas que estão sendo calçadas primeiras do que a nossa, estou aqui enviando esse email, justamente para mostrar o nosso repúdio à hipocrisia política que rodeia e inferioriza as classes que possuem menos força. Mesmo com uma escola estadual na rua ninguém olha por ela, é infelizmente uma vergonha os alunos andarem numa rua suja, feia e cheia de matos por todos os lados, como é visível nas fotos. Queremos mudança já! E antes de finalizar, eu queria deixar pra vocês da imprensa ou quem sabe mesmo os políticos dessa cidade uma simples pergunta, na esperança de que alguém leia ou até mesmo se sinta na condição de responder: Será que vai ser preciso alguma pessoa renomada (DOUTOR, ADVOGADO, PARENTES DE VEREADORES) vir morar na 2ª Travessa do Cajueiro para que se olhe por esta rua??????






"Quando eu perder a capacidade de indignar-me ante a hipocrisia e as injustiças deste mundo, enterre-me: por certo que já estou morto".

(Augusto Branco)

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