Até então era tudo perfeito, como se a gente estivesse dentro de um sonho, sonho do qual não gostaria-mos nunca ter acordados. Vivia-mos cada loucuras e que loucuras! Todas as vezes que me lembro dessas loucuras penso naquela música de Kid Abelha: "Na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê"...rsrsrsrs...Meus amigos íntimos sabem do que eu estou falando, e como sabem!
Sei querido leitor, que você gostaria de saber e se tivesse como entrar dentro dos meus pensamentos e quem sabe até tentar influenciá-los, para quem sabe eu com minha generosidade descrevesse todos os detalhes, assim faria. Mas fica tranquilo, porque eu sei que você já vivenciou boas aventuras parecidas, não sei se melhores que a nossa, mas com certeza já vivenciou. Para aqueles que ainda não sentiram falta de ar em pleno ambiente considerado de ar puro "fazenda/zona rural/roça", aqueles que não sentiram calafrios em pleno sol quente; aqueles que nunca sentiram medo do perigo, de alguém ver ou perceber: aqueles que não sabem o que é tocar no céu sem sair do chão, de trabalhar músculos, respiração, olfato, todos os sentidos em apenas um ato de amor, ufa! Essa foi profunda. Queridinhos, MEUS PÊSAMES, não sabem o que estão perdendo. Acho que resumi aí não é?
E ainda terão aqueles leitores que vão dizer: Não tô vendo nada demais neste blog, nada de interessante. Será mesmo leitor? Será que você não se viu em nenhuma cena escrita até aqui? Será que a sua vida é tão sem graça que não pareça uma novela? É impossível viver sem erros, pois é com eles que aprendemos. É impossível viver sem aventuras, pois são elas que nos tiram da monotonia do dia-dia. "É IMPOSSÍVEL SER FELIZ SOZINHA"!
CHEGA, não mesmo! Afinal de contas estou aqui pra falar da minha história de amor e não pra ficar questionando sobre as vidas de vocês, cada um sabe de si e DEUS sabe de todos nós.
Dei este título a esta postagem devido ao fato de um mistério que rodeava meu relacionamento, em dezembro do ano passado (2010) tive uma enorme decepção com Luciano, na verdade descobri que ele mentiu pra mim e por mais que eu sentisse raiva, amargura e um instinto enorme de vingança, sabia que não seria como das outras vezes. Estava muito triste, não acreditava que ele tivesse mentindo pra mim daquele jeito. Mas dessa vez, até nosso término foi pacífico, conversamos e não brigamos. Eu decidi seguir em frente, sem mágoas e sem rancor no coração. Decidi apagar a parte ruim do meu relacionamento com ele e guardar os melhores momentos. Muitas mulheres preferem apagar e passar uma borracha em tudo. Há pouco tempo atrás, antes de conhecer ele, eu também pensava assim, mas hoje percebi que guardar as lembranças e aventuras gostosas, de alguma forma me fazia uma pessoa muito melhor. Marcamos de conversar e dar um fim no namoro. Tinha ido para a academia, quando ele me ligou, isso era mais ou menos umas 19:15, o encontrei na frente da academia. Sabia que aquela conversa seria talvez a mais difícil da minha vida, pois apesar do coração machucado, pisado e arrebatado pelo sofrimento eu ainda o amava, e sentia por ele o que jamais sentir por outro homem. Primeiramente nos olhamos muito, ele soltava um ar de arrependimento e eu de decepção. Colocamos tudo "sobre a mesa", lavamos toda roupa suja que tinha que lavar. Os nossos olhos se enchiam de lágrimas, derrepente uma lágrima caia sobre meu rosto, uma lágrima que representava tudo que eu vivi com ele até hoje, a lágrima do adeus, a lágrima do por que isso está acontecendo? A lágrima do EU TE AMO, mas não dar pra continuar. Nos despedimos, isso foi tão triste que nem dar pra explicar através de palavras, já eram 23:30. E dessa vez foi diferente das outra, que eu tinha aquela certeza que a nossa história não tinha acabado, dessa vez eu queria muito dar um fim nela. Fui embora pra casa sem acreditar naquilo, com aquela sensação de nadar e morrer na praia. Meu celular tocou... Meu coração acelerou... Luciano me ligava... Me pedindo desculpa e pra que eu não ficasse triste, pois eu era uma pessoa ímpar, e todas as vezes que ele lembrava de mim, sempre ouvia minhas gargalhadas, modéstia parte são gargalhadas verdadeiras e gostosas de se ouvir, e que eu não era uma pessoa triste. Difícil foi dormir naquele dia... Enfim, adormeci.


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